É assim, novamente
Sou feita estátua
Admirada na dor e na felicidade
Apenas o que se vê
O chão, a pedra, o sangue
Se ouve de longe o riso
De quem não se afetou
Com a falta de afeto
Não visualizar-nos
Decepção invisível
O choro que não escorre
Para fechar a ferida
Errado, certo, errado
Bem e mal, mal
Tudo desmorona
Num solo idealizado na negação
Meu sangue, seu sangue
Escorre na pedra
O choro de quem
Novamente, me faz desmoronar
Para fechar, não visualizar
Faltar por bem e mal
O riso foge num riu
Que se admira,
Para causar dor e felicidade.
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